quinta-feira, 19 de março de 2015

BÍBLIA X CELULAR

Você trata sua Bíblia como trata seu celular?
Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?
  • E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
  • E se déssemos uma olhada nela varias vezes ao dia?
  • E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, ou no escritório?
  • E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
  • E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
  • E se a déssemos de presente às crianças?
  • E se a usássemos quando viajamos?
  • E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
  • Ao contrario do celular, a Bíblia não fica sem sinal- ela pega’ em qualquer lugar.
  • Não é preciso se preocupar com falta de credito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não tem fim.
  • E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é pra toda vida.
  • “Buscai à Jeová enquanto se pode achar, invocai-o enquanto esta perto!” (Isaias 55:6)

Nela encontramos alguns telefones de emergência: Quando estiver triste, ligue João 14.
  • Quando pessoas falarem de você, ligue Salmo 27.
  • Quando você estiver nervoso, ligue Mateus 6:19,34.
  • Quando estiver em perigo, ligue Salmo 91.
  • Quando Deus parecer distante, ligue Salmo 63.
  • Quando sua fé precisar ser ativada, ligue Hebreus 11.
  • Quando você estiver solitário e com medo, ligue Salmo 23.
  • Quando você for áspero e critico, ligue Colossenses 3:12-17.
  • Quando você sentir-se triste e sozinho, ligue Romanos 8:31-39.
  • Quando você quiser paz e descanso, ligue Mateus 11:25-30.
  • Quando o mundo parecer maior que Deus, ligue Salmo 90.

terça-feira, 10 de julho de 2012

AS CINCO ATITUDES DE MOISÉS


HEBREUS 11: 24 – 27

Vs. 24- Pela fé Moisés, sendo já grande, RECUSOU ser chamado filho da filha de Faraó.
Vs. 25- ESCOLHENDO antes ser maltratado com o povo de Deus do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado;
Vs. 26- Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.
Vs. 27- Pela fé DEIXOU o Egito, NÃO TEMENDO a ira do rei; porque FICOU FIRME, como vendo o invisível.

1ª - RECUSAR    
2ª - ESCOLHER
3ª - DEIXAR
4ª - NÃO TEMER
5ª - FICAR FIRME

                Houve um escultor que, ao esculpir uma estátua que chamou estátua de Moisés, percebeu que a obra de suas mãos estava tão bem feita, que pensou até que eventualmente poderia falar. E assim, dirigia-se a ela dizendo: “Fala Moisés !”
            Quando lemos este texto sobre a fé de Moisés, encontramos cinco atitudes tomadas por ele pela fé, que marcaram sua vida e o levaram a ter  sua grande experiência com Deus. Assim, na verdade, Moisés nos ensina com apenas cinco palavras, que representam seus passos, o modo suficiente para nós também termos nossa grande experiência de um encontro com o Senhor. Não é Moisés, mas sim o Espírito Santo, quem fala aos nossos corações.



1ª - RECUSAR

·         A recusa só pode ser feita quando se faz uma comparação de valores. O que Moisés estava comparando ? – Os palácios, os tesouros, os banquetes, os exércitos do Egito... tinha tudo nas mãos para conquistar o mundo dos seus dias. Moisés seria o provável substituto de Faraó no Egito, pois era filho (adotivo) da filha de Faraó. Ao fazer uma idéia dos valores que ele tinha consigo era impossível, à luz da razão, imaginar como recusar tudo aquilo.

·         Só que na avaliação de Moisés sobre aquilo que tinha nas mãos, era levado em consideração a satisfação de sua alma. Os anseios de sua alma estavam acima de tudo aquilo que havia no Egito, pois tudo que havia ali só lhe proporcionava o “gozo do pecado”, que era momentâneo e passageiro.

·         Dar um exemplo do gozo momentâneo do pecado que o Egito lhe trazia: “há alguns anos atrás um arqueólogo passava por uma feira no Cairo, capital do Egito e, vendo uma peça arqueológica nas mãos de um menino, numa banca da feira, comprou-a por um valor irrisório. Ao submeter aquela peça a uma pesquisa, descobriu que se tratava de um cetro usado por um antigo Faraó”. Ali estava o valor passageiro das riquezas que Moisés recusou.

·         O que Moisés recusou foi em função de que os anseios de sua alma não poderiam ser satisfeitos por valores terrenos e passageiros, mas sim por valores eternos. A nobreza de Moisés estava no fato de que o que ele queria estava mais alto e mais elevado do que aquilo que estava à sua disposição.

·         “Sendo já grande” – uma recusa consciente, sem a interferência do pai ou da mãe, dos amigos, dos conceitos dos outros, etc. Esta é, pois, a primeira atitude de Moisés que ensina a pessoas como vocês jovens, que hoje estão aqui, “já grandes” o suficiente para levar tudo isso em consideração.



2ª - ESCOLHER

·         A escolha é algo que motiva a vida, é um imperativo da vida. É um ato consciente e nela mostramos aquilo que realmente somos e como nos posicionamos nas nossas decisões, enfim, aquilo que queremos. A escolha não pode ser imposta, mas, sim, ter que ser voluntária e expontânea. Por isso é um ato consciente.

·         A recusa e a escolha andam juntas. Se por um lado entender a recusa de Moisés já é difícil, por outro lado entender a escolha para ser “maltratado com o povo de Deus” é mais difícil ainda, visto que agora ele iria trocar o trono de Faraó que estava à sua espera pelas chicotadas dos egípcios sobre os hebreus, que eram tratados como escravos naqueles dias.

·         Os maltratos com o povo de Deus são passageiros (Paulo fala deles como “leves e momentâneas tribulações), pois o Senhor nos garante logo a vitória, quando “morremos com Cristo” e podemos ter garantido o gozo eterno da alma, mas os sofrimentos do “gozo do pecado” são eternos e só assegura a morte, pois morrer sem Cristo, é tormento eterno para a alma. (Paulo disse: “Se sofrermos com Ele, com Ele reinaremos”). Esta era a recompensa que Moisés “tinha em vista”.

·         Aqueles que estão nos maiores palácios não têm a alegria que um servo do Senhor tem aqui nesta vida, ainda que seja a pessoa mais simples na terra. O gozo do pecado é passageiro, é fugaz, mas a alegria da salvação é duradoura e eterna.

ESCOLHA
DURAÇÃO
GARANTIA
SITUAÇÃO
RECOMPENSA





Maltratos com o povo de Deus
Passageiros
Vitória
Morrer com Cristo
Gozo eterno da alma
Sofrimento do gozo do pecado
Etern
Morte
Morrer sem Cristo
Tormento eterno da alma

·         “O vitupério de Cristo” – A palavra vitupério significa vergonha. Foi aquilo que o Senhor Jesus enfrentou para que a vergonha do nosso pecado pudesse ser coberta. Isso fala da paixão de Cristo, sua morte por amor a todos nós. Quando preferimos morrer com Cristo não passaremos pela vergonha eterna do pecado, mas tomamos posse do gozo da salvação e das riquezas da recompensa que vem do Senhor. (Paulo exclamou: “Se morrermos com Ele, com Ele viveremos”).


3ª - DEIXAR

·         Esta palavra (deixar) significa para Moisés um ato visível decorrente de sua recusa e consequente escolha, que eram atos invisíveis. Recusar o Egito, mas permanecer lá significava para ele a morte, pois Faraó queria matá-lo. Há uma sentença de morte no mundo contra o servo do Senhor, que, se ele não deixar as coisas do mundo, certamente morrerá.

·         Se fosse pela razão, aquilo que Moisés deixava no Egito, então ele estaria deixando: riquezas, glórias humanas, banquetes e festas, exércitos e poder, etc. Mas pela fé o que ele na verdade deixou foi: o gozo passageiro do pecado, que só trás tristeza para a alma e não alegria, um reino cuja glória acabou totalmente, pois o que é o Egito hoje ? Nem a língua egípcia daquele tempo existe mais, a cultura do Egito antigo também acabou, de modo que ninguém consegue reestruturá-la mais.
·         Também foi isso que o Senhor Jesus recusou e deixou, quando o mundo e sua glória lhes foram oferecidos. Em lugar de alegrias passageiras, Ele viu tristezas eternas, dores, discórdias, guerras em lugar de paz, trevas em lugar de luz e assim por diante.

·         Deixar o Egito é descomprometer-se totalmente com tudo o que existe lá, é desligar-se de todo o envolvimento com o Egito. (Paulo falou: “O mundo já está crucificado para mim e eu para o mundo”).


4ª - NÃO TEMER

·         Havia uma ameaça de morte de Faraó contra Moisés: “Quando vires o meu rosto, certamente morrerás”.

·         Vivemos, como servos do Senhor, num mundo cheio de ameaças. Ameaças e perseguições tais como ser chamado de: cafona, quadrado, antiquado, fanático por igreja, etc. Não precisamos temer, porque a nossa vitória vem do Senhor.

·         A “ira do rei” é o juízo do mundo. Julga-nos condenando-nos. Mas o Senhor é quem nos trata com justiça.

·         Não tememos quando temos consciência da nobreza da nossa escolha. O que é mais nobre e menos vergonhoso: O servo chegar da igreja,  9 ou 10 horas da noite, com sua Bíblia na mão, ou a filha do vizinho chegar 2 ou 3 horas da madrugada com o namorado ? O servo sair de casa às 5:30 h da manhã, para ir à madrugada na igreja, ou o vizinho chegar nesse mesmo horário embriagado das farras com os amigos ? O que é mais nobre ?


5ª - FICAR FIRME

·         A recusa de Moisés e aquilo que ele deixou, foi algo visível. Porém como recompensa do Senhor, lhe foi dado o privilégio que homem algum jamais teve em toda a história da humanidade: Ver a Deus face a face, falar com Ele boca a boca e ver a Glória do Senhor passar à sua frente. Moisés viu o invisível. “Ficou firme, como vendo o invisível”.

·         Recusou o material, o visível e o passageiro, mas em compensação pode ver o espiritual, o invisível e o eterno.

·         Sua resposta à ameaça de Faraó foi: “Bem disseste, eu nunca mais verei o teu rosto”.

·         Esta é também a resposta que o Senhor quer que seus servos fiéis dêem a este mundo, pois isto os fará permanecer firmes até o fim, quando o Senhor Jesus voltar: “Aquilo que  o olho não viu, o ouvido não ouviu e não subiu ao coração do homem, é o que o Senhor tem preparado para aqueles que o amam”.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Malachi Chapter 3 Verse 3

There was a group of women in a Bible study the book of Malachi. When they were studying chapter three, they came across verse three which says: "He will sit as a refiner and purifier of silver ...."


This verse puzzled some women in a Bible study and they wondered what this statement meant about the character and nature of God.

One of them offered to find out the process of refining silver for the next Bible study.

That week, the woman called a silversmith and made an appointment to watch him work. She did not mention the reason for her interest beyond her curiosity about the process.

She was watching it. He took a piece of silver and over the fire, leaving him warm.

He explained that in refining silver, one has to hold it right in the center of the flame, where it is hot and burns the impurities.

The woman thought about God, that sometimes, holding us in such a hot spot again and thought in verse: 'And will sit as a refiner and purifier of silver ... "

She asked the silversmith if he really had to sit all the time in front of the fire while the silver was being refined.

He said yes, that he not only had to sit there holding the silver, but he had to also keep your eyes on it all the time she was in flames. If the silver was left a moment over the fire, would be destroyed.

The woman was silent for a moment.

Then she asked: 'How do you know when the silver is fully refined?'

He smiled and said:
'Oh, that's easy ... When I see my image in it. '

If today you are feeling the heat of the fire, remember that God's eyes are upon you and that He will be taking care of you until He sees His image in you.

Whatever you are going for sure will come out 'refined (a)' at the end (:

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Malaquias Capítulo 3 Versículo 3

Havia um grupo de mulheres num estudo bíblico do livro de Malaquias. Quando elas estavam estudando o capítulo 3, elas se depararam com o  versículo 3 que diz: “Ele assentar-se-á como fundidor e purificador da  prata…”.


Esse versículo bíblico intrigou umas mulheres de um estudo bíblico e elas ficaram pensando o que essa afirmação significava em relação ao caráter e à natureza de Deus.
Uma delas ofereceu-se para descobrir sobre o processo de refinamento da prata para o próximo estudo bíblico.

Naquela semana, a mulher ligou para um ourives e marcou um horário para assisti-lo trabalhar. Ela não mencionou a razão do seu interesse e só disse estar curiosa para conhecer o processo.

Ela foi assisti-lo. Ele pegou um pedaço de prata e o segurou sobre o fogo, deixando-o esquentar.

Ele explicou que, no refinamento da prata, é preciso que se segure a mesma bem no centro da chama, onde é mais quente e queima-se as impurezas.

A mulher pensou sobre Deus, que às vezes, segura-nos em situações 'quentes' e pensou novamente no versículo: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...'

Ela perguntou para o artesão se ele tinha mesmo que ficar sentado o tempo todo na frente do fogo enquanto a prata estava sendo refinada.

Ele disse que sim; que não somente ele tinha que ficar lá, segurando a prata, mas que ele tinha que, também, manter seus olhos na mesma o tempo todo que ela estivesse nas chamas. Se a prata ficasse um minuto a mais no fogo, seria destruída.

A mulher ficou em silêncio por um momento.

Então, ela perguntou: 'Como você sabe quando a prata está totalmente refinada?'

Ele sorriu e disse:
'Ah, isso é fácil... É quando eu vejo minha imagem nela.'

Se hoje você está sentindo o calor do fogo, lembre-se que os olhos de Deus estão sobre você e que Ele vai ficar cuidando de você até que Ele veja Sua imagem em você.
Seja o que for que você estiver passando, com certeza sairá 'refinado(a)' no final (:

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A VINHA DE NABOTE


TEMA DO ESTUDO: A vinha de Nabote




Texto: I Reis 21:1-3

I Rs 21:1 “E sucedeu, depois destas coisas, tendo Nabote, o jezreelita, uma vinha que em Jezreel estava junto ao palácio de Acabe, rei de Samaria,” I Rs 21:2 “ que Acabe falou a Nabote, dizendo: Dá-me a tua vinha, para que me sirva de horta, pois está vizinha, ao pé da minha casa; e te darei por ela outra vinha melhor do que ela; ou, se parece bem aos teus olhos, dar-te-ei a sua valia em dinheiro.” I Rs 21:3 “ Porém Nabote disse a Acabe: Guarda-me o SENHOR de que eu te dê a herança de meus pais.”


Objetivo: Entendermos o quanto devemos ser fiéis e preservar a herança que nos foi confiada: a Obra de Salvação.

Introdução:

            Nabote era um servo prudente e fiel as tradições, não se abalou com a proposta feita pelo rei Acabe. O Senhor quer nos mostrar como conseguir e permanecer com a herança de vida eterna em nossas vidas.

Desenvolvimento:

            Em épocas de afastamento de Deus e elevada idolatria, havia um servo fiel chamado Nabote, que habitava em Jezreel (que quer dizer Deus semeia), cidade próxima a Samaria, capital de Israel. O rei Acabe possuía um palácio junto as terras de Nabote, vendo o rei a vinha de Nabote ao pé de seu castelo, ofereceu a ele a compra de sua vinha por dinheiro ou em troca de outra melhor. Nabote recusou pois era herança de seus pais. Acabe entristeceu o coração ao ponto de se recusar a comer, Jezabel, sua esposa, vendo isto propôs que dois servos, filhos de Belial mentissem dizendo que Nabote blasfemou contra Deus e contra o rei, assim foi Nabote apedrejado até a morte segundo a lei.
            Hoje o Senhor nos fala de uma herança que é a vida eterna. Assim com a vinha fala do Espírito Santo, a horta fala das coisas terrenas (mundo). Devemos estar atentos as coisas que nos são propostas pelo mundo, não devemos trocar a herança (salvação) dada a nós pelo Senhor Jesus e sim buscarmos a cada dia em nossas vidas renovar o amor e o cuidado com a Obra do Senhor.

        Tipologia
Jezabel
Carne
Acabe
Servo Infiel
Nabote
Senhor Jesus

Conclusão:

            A vida de Nabote aponta para o Senhor Jesus no qual foi tentado, mas rejeitou e foi morto sem pecado, nos ensinando que devemos zelar por esta benção que ele nos concedeu, esta herança eterna, em que sua morte é a porta para conquistarmos a eternidade. Devemos buscar com sinceridade, fidelidade e obediência ao Senhor Jesus.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

IGREJA - CORPO DE CRISTO


I Corintios 12:27
“Ora vós sois o Corpo de Cristo, e seus membros em particular”.

INTRODUÇÃO


Há muitos ensinos na Palavra de Deus que são importantes para nós entendermos o desejo, o propósito de Deus para caminharmos neste mundo com nossas cabeças levantadas, alegres, sem tristeza por não pertencermos ao mundo.

VAMOS VER O QUE O MUNDO OFERECE


Drogas: para trazer falsa alegria e que prendem crianças, adolescentes e jovens à dependência, destroem a mente; uma tristeza!

Moda: para revelar a carne, chamar atenção ao pecado, exaltar o que não vem de Deus.

TV, Internet:  mal conduzidas levando a criança, o adolescente e o jovem ao poder do mal. Tudo tem que ser vigiado, porque a hora em que vivemos é a hora do terror das trevas.

Obs: Com os pequenos da 1ª classe mostramos exemplos que eles entendam, mostramos que eles são do Senhor e buscam obedecer ao Senhor.

Nosso assunto é, portanto, lembrar que fazemos parte do Corpo de Cristo  e não deste mundo, que combate contra o Senhor e a sua Igreja.

COMO É O CORPO DE CRISTO?

 

I Corintios 12:14 – “Porque também o corpo não é só um membro, mas muitos”.


O corpo não é só um dedo ou pé ou uma cabeça: O corpo é um conjunto.

COMO PODEMOS FAZER PARTE DESTE CORPO?

I Corintios 12:13 – Pois todos nós fomos batizados em um Espírito formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.

Fomos batizados em um Espírito - Então fomos colocados no corpo pelo Espírito Santo.
            Quando assistimos ao batismo, nós vemos a pessoa ser colocada dentro da água. Este é o batismo nas águas. Mas para fazer parte do Corpo,  o Espírito Santo nos coloca no corpo em Jesus.
            De que serve uma cabeça fora do corpo? Serve para nos assustar a gente. A cabeça no corpo dirige, comanda todo o corpo para que ele viva; a cabeça dá ordens para as mãos, para os pés, para levar comida à boca, para falar; e, no interior do corpo há muitas partes importantes que nem estão no nosso comando, mas tudo sai perfeitinho, porque Deus fez o corpo humano para viver neste mundo e quando adoece, os médicos nos  ajudam, oramos e Deus nos cura.
            Bem, vamos voltar ao fato: como podemos fazer  parte do Corpo de Cristo.
           
Nós confessamos que queremos Jesus como nosso Salvador, e o Espírito Santo nos coloca dentro deste Corpo. É um mistério! Parece ser até difícil de entender, mas como o corpo físico funciona tão bem? Porque há um comando – a cabeça. Também este corpo espiritual é dirigido pelo Cabeça, que é Jesus.
            Jesus pensa por nós, dá as ordens e o seu sangue em nós nos faz movimentar, trabalhar, é este sangue que dá vida, é o Espírito Santo que nos coloca neste corpo glorioso.
            Concluímos que o Senhor nos aceita e nos quer – V. 27 – “Ora vós sois o corpo de Cristo e seus membros em particular”.

PARA QUE SERVE ESTE CORPO?
Para ser a igreja do Senhor que vai trabalhar pelo Senhor de muitas formas. O Espírito Santo levanta apóstolos, profetas, doutores, operadores de milagres, de dons espirituais, governos, variedades de línguas e manifestações de amor. Então, este é o propósito de Deus, em que a igreja seja o Corpo do Senhor Jesus aqui na terra.
Depois de cumprir o trabalho que ele vem nas nuvens buscar este Corpo precioso.
            Bem,  por último vamos ensinar mais uma coisa:

 

QUEM É A IGREJA CORPO DE CRISTO?


 
É uma igreja isolada? É uma pessoa? Não! É a igreja que estiver realizando o propósito de Deus neste mundo. Então, a criança vem à igreja e pede para orar pela mamãe doente; alguém ora, Deus atende.
            Vem o intermediário e diz: meu pai não é servo; ore para ele ser servo. Alguém vai à sua casa,  Deus visita e Deus salva. O adolescente pede pelos estudos, amigos, tantas coisas. Alguém dá uma palavra profética animando, confortando. Isto é o Corpo de Cristo operando.
Um precioso estudo temos. Há um corpo; Jesus é o Cabeça, nós fazemos parte, o Espírito Santo está dando vida a este corpo através dos sinais é um corpo vivo, eu pertenço a ele.

Jesus falou aos seus servos que Ele ia morrer, ressuscitar, mas Ele não os iria abandonar e que eles estivessem unidos como um só corpo porque eles iam receber uma grande bênção.
            Aconteceu que o grupo permaneceu na obediência e uma tarde estavam reunidos com as portas fechadas e Jesus entrou na sala e os saudou: “Paz seja convosco”; era o cumprimento com o qual se cumprimentavam e os discípulos ficaram cheios de alegria e Jesus disse a eles que o Pai havia o mandado depois de ressuscitar para alegrar seus corações e dar-lhes a bênção do Espírito Santo que não se afastaria deles e que iria orientá-los em tudo. Estendeu a sua mão sobre ele e disse:
“- Recebei o Espírito Santo”
Foi uma festa! Estavam tão alegres! Mas um fato triste aconteceu: faltava um discípulo. Tomé não estava quando Jesus veio.    Os discípulos  contavam as maravilhas que tinham acontecido:

A IGREJA E O CORDEIRO EM GLÓRIA NA CIDADE ETERNAL


  
TEXTOS: SALMO 24 / ISAIAS 33:14 A 17

O Senhor mostrou que o Salmo 24 é o último de uma seqüência de três Salmos, 22, 23, e 24. Estes três Salmos estão em uma seqüência certa, preparada pelo Senhor e somente o Espírito Santo poderia revelar isto, que esses três Salmos estão seqüenciados como se fossem um só, porque eles falam do trabalho de Senhor Jesus. O Salmo 24 é o final do trabalho do Senhor Jesus. O trabalho de Redentor, Pastor e o trabalho de Vencedor e Senhor dominador. Orando de madrugada, o Senhor deu essa revelação e fiquei muito alegre, muito abençoado quando o Senhor revelou isso porque foi um sinal do Senhor por ter revelado para falar sobre o Salmo 24, pois é o final dessa seqüência.
O Salmo 22 é o Salmo que fala sobre o sacrifício do Senhor, fala sobre Jesus como redentor e neste Salmo nós encontramos versículos que falam: “traspassaram-me as mãos e os pés..” fala ainda “...Deus meu, Deus meu porque me desamparastes” que é o “Eloim, Eloim, Lamá Sabactani”, está tudo no Salmo 22. “Cães me cercam” são os gentios, romanos e povos de outros países que estavam ao redor da cruz, “... a minha língua se secou como um caco...” foi a sede que o Senhor Jesus sentiu no calvário, “...repartiram entre si as minhas vestes, sobre minha túnica lançaram sortes”, está lá no Salmo 22.
Este Salmo é a fotografia do sofrimento do Salvador. Então o Salmo 22 é a revelação da cruz do Salvador. O Salmo seguinte fala sobre o cajado do pastor, que é o Salmo 23. Então o primeiro mostra a cruz do Salvador, o Salmo 23 fala sobre o cajado do pastor, e o Salmo 24 fala sobre a coroa do vencedor, é o final do ministério dele. Então estes três Salmos mostram o passado, o presente e o futuro. O passado foi o trabalho dele como Salvador, na cruz do calvário até o momento em que ele tombou a cabeça e disse: “Pai  tudo está  consumado”, ali está a revelação do Salmo 22, a cruz do Salvador. O Salmo 23 e o presente, porque o Senhor é o meu pastor, no Salmo 22 ele derramou o seu sangue, ele nos salvou, é passado, o Salmo 23 é o presente, porque o Senhor é o meu pastor, então todo o Salmo 23 é presente, a não ser o final que diz: “... habitarei na casa do Senhor por longos dias”, é a emenda do Salmo 23 com 24 que fala sobre o arrebatamento. O Salmo 24 fala sobre o arrebatamento da igreja e a entronização do Senhor, é a coroa do vencedor.
Então o Senhor mostra a beleza da revelação nesta seqüência extraordinária. O Senhor revelou o Salmo 24 porque ele quer ser glorificado por uma igreja que vai ser arrebatada e o Salmo 24 que é o tema do assunto por revelação, ele tem que se encaixar nos outros dois, por isso estamos mencionando os dois Salmos anteriores, que falam sobre a cruz do Salvador, o cajado do pastor e agora a coroa do rei, do vencedor, aquele que está acima de todos os reinos, o nome que está acima de todos os nomes. O Salmo para ser dissecado, esquadrinhado por revelação do Senhor é o Salmo 24, mas agora já sabemos, que esse Salmo é o Salmo do futuro, do arrebatamento, é o Salmo do qual no final as portas do céu serão abertas, as entradas eternas se escancararão para receber o Rei da Glória.


O Salmo 24 foi provavelmente escrito quando a arca da aliança subia da casa de Obede Edom rumo á Jerusalém. Está dividido em três partes. A primeira fala sobre o domínio de Deus começando “Do Senhor é a terra e toda sua plenitude”, a segunda sobre a igreja fiel porque começa no versículo dizendo assim “quem subirá ao monte do Senhor? Ou “quem estará no seu lugar santo?” Então é a igreja que estará nesta posição, é a revelação da igreja. Então a primeira parte fala sobre o domínio do Senhor sobre toda terra, ímpios e santos, pois fala que deste grupo da terra vai ser tirado um grupo para ser igreja, essa igreja que vai ser arrebatada.  E a terceira parte fala exatamente desse arrebatamento, então a primeira parte do Salmo globaliza toda a terra mostrando o domínio total do Senhor.  A segunda parte fala de uma igreja que vai ser tirada deste mundo, deste todo para ser sua noiva. E a terceira parte fala a respeito da retirada desta noiva e a entrada dela no céu pelos méritos desse Senhor.
 A igreja é salva no Salmo 22, caminha no Senhor no Salmo 23 e vai ser arrebatada por esse Senhor no Salmo 24. Então é nossa história, é o trabalho do Senhor e ao mesmo tempo a nossa história, porque os dois não se separam. Nunca foi bom que o homem ficasse só e o Senhor preparou para o Senhor Jesus a noiva. Dias atrás, pregando nesta igreja, o Senhor mostrou na mensagem como foi que o Senhor tirou a mulher do lado de Adão. O Senhor fez cair um pesado sono sobre Adão e enquanto ele dormia o Senhor fez uma cirurgia, tirou uma costela e da costela fez a mulher.
Aconteceu a mesma coisa com Jesus, caiu sobre Jesus o pesado sono da morte, quando ele tombou a cabeça, foi a morte que veio sobre ele e naquela hora o soldado romano veio com a sua lança e perfura o lado dele, fez uma cirurgia também do lado de Jesus  e do seu lado saiu água e sangue.  A água representa o batismo nas águas e o sangue o batismo com o Espírito Santo, que são os dois elementos formadores da igreja, naquela hora a igreja estava sendo formada, sendo retirada do lado de Jesus, do lado do afeto dele. Foi o último trabalho do Senhor. De forma que nessa seqüência extraordinária nós vemos a revelação global de todo o trabalho do Senhor, desde que ele assumiu o trabalho de Salvador, o trabalho que ele exerce hoje como pastor, e o Senhor dos exércitos que vai nos conduzir à eternidade e entrar nos portais eternos. Com base nesse conhecimento podemos agora examinar cada versículo que compõe o Salmo 24.

  1. Deus e o seu domínio
  2. A igreja verdadeira
  3. O Redentor exaltado

VS. 1.  “Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam”
            Neste verso temos a revelação do Deus verdadeiro que tem domínio total sobre a terra e tudo que a enche e ocupa. Quando o Senhor fala que dele é a terra e aqueles que nela habitam, o Senhor está unindo, fundindo, juntando todas as raças, tribos, povos, línguas e nações, todos pertencentes ao Senhor Toda a obra da criação incluindo a humanidade pertencem ao Senhor. Do Senhor é a terra, o homem é apenas um inquilino temporário. Muito embora o Salmo esteja registrado no Velho Testamento, o Senhor já revelava sua graça, com seu domínio sobre toda a terra e não somente aos judeus, mas também aos gentios, profetizando que o Senhor no futuro estaria amando o mundo de tal maneira que daria o seu filho unigênito.

VS. 2. “Porque Ele a fundou sobre os mares e a firmou sobre os rios”
            Aqui o Senhor mostra que o mundo, que parece muito estável, as pessoas que não caminham com o Senhor, tem como fundamento os mares e as correntes das águas, portanto um fundamento instável e inconstante, não existe estabilidade no mundo. Pois de súbito são tomados e tudo que eles constroem, cai como um castelo de areia, há pessoas que fazem fortunas e no final da vida deles adquirem uma doença e ficam rodando por todas as partes do mundo tentando conseguir alguma coisa, qpegando-se às mínimas coisas para ver se conseguem levar alguma coisa, mas não conseguem.
O homem que alicerça sua vida neste mundo, nesta vida passageira, está condenado à instabilidade O Senhor quando profetiza a respeito de Rubem filho de Jacó, o velho pai diz assim: “Tu és inconstante como as águas”, Rubem era inconstante, uma hora estava bem, outra hora estava desarrumado diante do Senhor. A inconstância de Rubem é a mesma do mundo.
O mundo está fundamentado sobre águas inconstantes. Tudo que é construído é aparente, não tem base de sustentação. É muito diferente a fundação do mundo em contraste com a fundação da igreja que está firmada no monte do Senhor, a Rocha dos séculos, no qual o crente fiel deposita toda sua fé e confiança. O ímpio tem construído seus castelos, palácios de riquezas e prazeres sobre os mares e correntes temporárias de águas e, de súbito, verão seus bens naufragarem na brevidade dos dias e nas espumas de tais águas. Estes dois primeiros versículos nos mostram a situação do mundo inteiro, fala sobre o domínio do Senhor e fala a respeito dos ímpios, vemos a diferença entre um e outro.

VS. 3.  “Quem subirá ao monte do Senhor ou quem estará no seu lugar santo?”
            Nesta pergunta o Salmo inicia a identificação da igreja fiel e verdadeira. Na verdade a pergunta é dupla porque usa o verbo subir e o verbo estar, permanecer. O verbo subir fala da nossa aproximação ao Senhor, o que se torna possível com o seu perdão. Já o verbo estar nos revela a permanência na presença do Senhor através da santidade. Pelo sangue de Jesus obtemos o perdão para subir ao monte santo do Senhor. Para chegarmos à presença do Senhor, nós dependemos do sacrifício do Senhor, do sangue derramado e para andar com Deus, eu preciso da santidade, representada pela arca da aliança no tabernáculo. Quem subirá ao monte do Senhor? Quem andará com Deus? Jesus e pela santidade permanecemos na sua presença no dia-a-dia.

VS. 4. “Aquele que é limpo de mãos e puro de coração; que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente”

            Neste ponto o Salmo 24 faz paralelo com o salmo 15, na descrição das características da igreja fiel e se atém em traços externos e internos. O salmista quando fala em limpo de mãos está inferindo em santidade ou atos de justiça vistos pelos homens, o que é uma marca preciosa na vida dos servos e da igreja fiel.
Aquele que lava suas mãos da injustiça, desonestidade, impureza, calúnia, maledicência, etc., está mantendo um testemunho que agrada aos homens, mas só tem valor para Deus se estiver em consonância com o coração puro. Inútil é lavar o vaso por fora e deixar o interior sujo, pois se tornará imprestável para o Senhor. O Senhor Jesus foi varão profeta, poderoso em obras diante de Deus e dos homens.
Para o Senhor o nosso coração fala mais alto que nossas mãos, e só os puros de coração verão a Deus. “Do coração procedem as saídas da vida”. Nele podem se alojar sentimentos ocultos e mortais contra os homens, que passam desapercebidos pelos homens, mas patentes a Deus que tudo conhece. Daí a necessidade de purificar o coração no sangue de Jesus e se tornar um vaso lavado por dentro e por fora.
Quando o versículo fala sobre vaidade na alma e jurar enganosamente, está repetindo a mesma lição anterior porquanto a vaidade na alma é oculta aos homens e o jurar enganosamente é uma atitude externa e hipócrita ao nosso próximo para parecermos santos aos homens.

VS. 5.   “Este receberá a benção do Senhor e a justiça do Deus da sua salvação”

            Este verso fala da conseqüência da igreja que tem as mãos limpas, o coração puro, a alma sem vaidade e lábios que não juram enganosamente. É a igreja que recebe aqui nesta vida a benção do Senhor a cada dia e vive deste milagre. Depois da jornada desta vida, todos os que têm fome e sede de justiça, serão fartos pelo justo Juiz na eternidade porque receberá a justiça do Deus da sua salvação.

VS. 6.  “Esta é a geração daqueles que buscam, daqueles que buscam a tua face ó Deus de Jacó”
           
            Quando o salmista fala sobre esta geração, está falando sobre a última geração que estamos vivendo, a geração do arrebatamento descrita no verso sete e seguintes.
No final deste verso, se faz menção de Jacó, cuja principal característica foi amar a benção do Senhor e lutar por ela. Desde o ventre já brigava por ela, nasceu agarrado ao calcanhar do irmão e quando jovem comprou a benção de Esaú e recebeu a benção do pai. Esta obra é a geração de Jacó; tem muitos defeitos, por nossa parte porque somos homens como Jacó, entretanto, temos uma característica que faz o Senhor perdoar nossas falhas; é o amor que temos pela benção e a total dependência do abençoador. A voz é de Jacó, mas a cobertura é do cabrito, o sacrifício do primogênito.


VS. 7 / VS. 9.   “Levantai ó portas as vossas cabeças, levantai-vos ó portais eternos, e entrará o Rei da Glória”

            Nos reinos orientais antigos, quando um rei voltava triunfante de uma batalha era recebido em glória e os portais de seu reino não só se abriam de par em par para recebê-lo, como também as portas eram levantadas de seus gonzos e dobradiças, e arrancadas dos marcos como sinal de boas vindas ao triunfante monarca, deixando de ser portas e passando a ser Entradas Eternas.

VS. 8.   “Quem é este Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso na guerra”

Os portais eternos foram abertos para dar entrada ao Senhor Jesus, que capitaneou todas as batalhas da igreja aqui na terra, revelando todas as estratégias para cada servo vencer suas batalhas. Não por nossos méritos, inteligência ou pela força do nosso braço, mas pelo seu poder, porque Ele é o Senhor poderoso na guerra.

VS. 10.   “Quem é este rei da Glória? O Senhor dos exércitos; Ele é o Rei da Glória”

            Este versículo final contempla o arrebatamento da igreja e sua chegada à eternidade. Aqui se faz menção de quem é o Rei da Glória. Ele é o Senhor dos exércitos. Ele é o cabeça dos exércitos e o Exército é o corpo. Aqui vemos as portas da Eternidade se abrirem para Ele, Jesus, pelos seus méritos, santidade, poder, morte, ressurreição e glória.
nós, igreja, entramos no mesmo portal e, agraciados pela sua misericórdia, chegamos à morada dos santos para, no final das batalhas e do labor desta vida, estarmos juntos para sempre com o Rei da Glória.